Arquivo mensal: março 2009

F.E.A.R. 2: Project Origin – Game Demo


A sequência de F.E.A.R dá continuação à história original de suspense e supernatural de uma crise paranormal que ameaça destruir uma grande cidade americana. No centro da calamidade está a misteriiosa Alma, cuja raiva contra aqueles que a feriram causa uma série de eventos que acaba ficando totalmente fora do controle. Agora que ela reina livremente, as consequências são imprevisíveis.

tamanho: 354.52 MB

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YouTube Downloader 2.1.7


Software no qual você poderá baixar vídeos do YouTube e de muitos outros sies e convertê-los para outros formatos de vídeo. Um programa muito fácil de usar. Basta apenas especificar seu URL para o vídeo que quer abaixar e clicar em OK. Também converte vídeos baixados de iPod, iPhone, PSP, celulares, Windows Media, XVid e MP3.

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Defense Grid: The Awakening – Game Demo


Jogo de estratégia do estilo tower defense onde os jogadores recorrem a fortificações de defesa (torres) para impedir que alienígenas invasores roubem nódulos de energia de suas bases. Cabe ao jogador selecionar as torres, disposições e o intervalo de tempo para melhor proteger a base. Esta combinação de jogo de estratégia e quebra-cabeças traz consigo a promessa de ser muito divertido e envolvente.

tamanho: 237.23 MB

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É TEMPO DE DESPERTAR


ACORDE PARA LUZ

Como podemos construir um novo modelo de humanidade sem a destruição do Planeta Terra e dos seres humanos? Repensando nossos valores e atitudes. Somos frutos de um único Deus, de uma única energia e somos parte de um único organismo vivo. Somos frutos do todo e influenciamos a todos, desde a maneira de pensar e agir. Somos seres humanos em evolução, muito longe ainda da fé que nos liga ao Superior, pois somos egoístas e egocêntricos, queremos ser amados mas deixamos de amar o próximo. Temos preconceitos, igrejas falidas, líderes corporativistas. Somos seres de luzes ofuscadas pela insensibilidade, pela ganância, pela competição sem méritos, pela insensatez do nada. Lembramos diariamente que somos os donos do mundo, que temos o livre arbítrio para escolhas e decisões. Mas esquecemos quanto as decisões poderão realmente trazer benefícios ou afetar o todo. Queremos na verdade tudo de bom, menos os sacrifícios, os desafios para a evolução, o dar em troca de alguns trocados. Esquecemos frequentemente das nossas esposas, mães, filhos, pais, amigos, colegas de trabalho e inclusive dos estranhos que nos esquecemos de cumprimentar na entrada do elevador. Achamos que somos o máximo, poderosos, invencíveis, Super Homens ou Mulheres Maravilha. Nos sentimos infantis, rebeldes e nos esquecemos que a Vida é o maior de todos os patrimônios. Que a partir de hoje você tire cinco minutos para uma reflexão profunda: o que posso fazer para melhor o mundo para pessoas que estão ao meu redor? É bem provável que você não salve o mundo. Mas quem sabe, poderá salvar para alguém que está próximo de você. Sabe, quando cuidamos dos outros, nossa conta corrente humanitária alcança picos de audiência na grande TV plasmada de Deus. Lembre-se, faça sem pedir nada em troca, sem esperar algo em troca, sem merecer algo em troca. Apenas faça e a sua alma se engrandecerá. É tempo de despertar para uma Nova Era Humanitária. Você é o melhor projeto que Deus já concebeu. Abra a sua mente e faça por merecer este maravilhoso presente. Comece pela gratidão e o Universo se encarregará de colocar tudo no seu devido lugar.

Desejo-lhe uma excelente semana!

ADONAI ZANONI

MORRER É PRECISO

Nós estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas à ausência de vida e isso é um erro. Existem outros tipos de morte.  E precisamos morrer todo dia. A morte nada mais é do que uma passagem, uma transformação. Não existe planta sem a morte da semente, não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma, não existe borboleta sem a morte da lagarta, isso é óbvio a morte nada mais é que o ponto de partida para o início de algo novo, a fronteira entre o passado e o futuro.

Se você quer ser um bom universitário, mate dentro de você o secundarista aéreo que acha que ainda tem muito tempo pela frente. Quer ser um bom profissional? Então mate dentro de você o universitário descomprometido que acha que a vida se resume a estudar só o suficiente para fazer as provas. Quer ter um bom relacionamento? Então mate dentro de você o jovem inseguro, ciumento, crítico, exigente, imaturo, egoísta ou o solteiro solto que pensa que pode fazer planos sozinho, sem ter que dividir espaços, projeto e tempo com mais ninguém . Quer ter boas amizades? Então mate dentro de si a pessoa insatisfeita e descompromissada, que só pensa em si mesmo. Mate a vontade de tentar manipular as pessoas de acordo com a sua conveniência. Respeite seus amigos, colegas de trabalho e vizinhos, enfim todo processo de evolução exige que matemos o nosso “eu” passado, inferior.

E qual o risco de não agirmos assim?O risco está em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo essa produtividade, e, por fim prejudicando nosso sucesso. Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, não se projetam para o que serão ou desejam ser. Elas querem a nova etapa, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam.

Acabam se transformando em projetos acabados, híbridos, adultos infantilizados. Podemos até agir, às vezes, como meninos, de tal forma que não mantemos as virtudes de criança, que também são necessários anos, adultos, como: brincadeira, sorriso fácil, vitalidade, criatividade, tolerância, etc.

Mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar atitudes infantis, para passarmos a agir como adultos.

Quer ser alguém (líder, profissional, pai ou mãe, cidadão ou cidadã, amigo ou amiga) melhor e evoluído? Então, o que você precisa matar em si, ainda hoje, é o “egoísmo” é o “egocentrismo”, para que nasça o ser que você tanto deseja ser. Pense nisso e morra. Mas, não esqueça de nascer melhor ainda. O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem, por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.

FERNANDO PESSOA

EM TEMPOS DE CRISE MOTIVE A SUA EQUIPE COM PALESTRAS, CURSOS E WORSHOPS DE ADONAI ZANONI

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ADONAI ZANONI

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Andando no Espírito


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    Andando no Espírito (Gálatas 5:22-23)

Muitas passagens do Novo Testamento ensinam que os seguidores de Cristo precisam remover o mal de suas vidas. Temos que crucificar a carne “. . . com as suas paixões e concupiscências” (Gálatas 5:24). Algumas vezes, as pessoas não entendem tais instruções e pensam que a vida de um cristão é vazia, despojada de todo o prazer. Mas Deus não tem intenção de deixar um vazio, de tornar nossas vidas vácuos sem significado. Quando ele nos diz que precisamos remover o pecado, ele também nos mostra outras coisas ­ que são muito melhores ­ para encher nossas vidas e fazê-las mais ricas. Por exemplo, quando Paulo disse a Timóteo: “Foge, outrossim, das paixões da mocidade”, ele imediatamente acrescentou esta instrução positiva para encher o vazio: “Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor” (2 Timóteo 2:22). Ele tinha que remover o mal, mas imediatamente lhe foi dito que pusesse o bem no seu lugar.

Gálatas 5 torna esta distinção muito clara. Precisamos crucificar a carne, removendo suas obras de nossas vidas (versículos 19-21). Mas Paulo não parou aí. Ele continua essa lista de obras proibidas com uma descrição do “fruto do Espírito” (versículos 22-23). Aqueles que vivem no Espírito devem andar no Espírito. Devemos desenvolver cada uma destas qualidades como uma parte de nossa personalidade. O fruto do Espírito tem que ser produzido na vida de cada seguidor de Cristo. Consideremos as nove características do fruto do Espírito, para ajudar-nos a desenvolver estas atitudes quando procuramos viver e andar no Espírito.

O Fruto do Espírito (Gálatas 5:22-23)

Amor (22) é o amor puro, desprendido, sacrificial, que Deus mostra para conosco. A única maneira de aprendermos este amor é olhando para seu exemplo. Em 1 João 4:7-12, lemos: “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. Nisto se manifestou o amor de Deus em nós; em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. Nisto consiste of amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros. Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado.”

Sabemos, pelo exemplo de Deus, como amar. Este amor sempre procura o melhor para aqueles que são amados. Deus procurou o melhor para nós quando deu seu Filho. O esposo que ama sua esposa procura cuidar dela e protegê-la, até ao ponto de sacrificar sua vida para salvá-la (Efésios 5:25). O discípulo que ama Cristo obedece a tudo que o Senhor ordenou (João 14:15). Mas o imitador de Deus que ama seus inimigos não procura destruí-los, mas ajudá-los e salvá-los (Mateus 5:43-48). Não há maior desafio nas escrituras do que amar como Deus ama. Em contraste com as paixões da carne, vazias e passageiras, este amor é eterno (1 Coríntios 13:13).

Alegria (22) descreve o privilégio de regozijar em Cristo, apreciando as maravilhosas bênçãos de nossa relação com ele. Esta alegria não é dependente de nossas circunstâncias físicas. Dinheiro não compra esta alegria. Um dos livros do Novo Testamento que fala mais claramente sobre alegria foi escrito por um homem que sofreu muito. Enquanto ele estava na prisão, onde às vezes lhe faltava o essencial, Paulo escreveu a seus irmãos em Filipos: “alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos” (Filipenses 4:4; veja também 3:1; 1 Tessalonicenses 5:16). Muitas pessoas pensam que tal felicidade depende das circunstâncias. Até mesmo muitas igrejas falam tanto de saúde física e bênçãos materiais que dão a impressão de que essas coisas são necessárias à felicidade. A prosperidade física é nada mais do que um substituto barato e temporário para a alegria real que encontramos em Cristo. Os verdadeiros cristãos não consideram cada provação e dificuldade como um sinal de infidelidade ao Senhor, mas percebem que tais provações são ocasiões para alegria e oportunidades para crescimento espiritual (Tiago 1:2-4). Nossa alegria vem de Cristo, que é totalmente suficiente, não da temporária prosperidade material.

Paz (22) é a sensação de bem-estar e tranqüilidade que resulta de nossa amizade com Deus. Numa de suas horas mais difíceis, Jesus falou com seus apóstolos a respeito de sua partida. Ele tinha que ir embora, para completar sua missão. Mas o próprio pensamento desta partida afligia profundamente os apóstolos. Nesse contexto, ele lhes deu esta segurança: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14:27). Jesus não está fisicamente presente neste mundo, mas nos deixou sua paz!

Longanimidade (22) é a capacidade de pensar antes de agir. Deste modo, demonstramos paciência e perseverança. Por causa da sua longanimidade, Deus tem dado tempo suficiente ao homem para se arrepender de seus pecados (2 Pedro 3:9,15). Ele não quer condenar ninguém, então procura a reconciliação com cada pecador. Paulo nos diz que a mesma atitude deveria governar nossas relações com nossos irmãos (Efésios 4:2). Em vez de escapar com raiva ou agir despeitadamente para ferir aquele que nos feriu, deveríamos pacientemente mostrar nosso amor e procurar reconciliar com essa pessoa. Tal atitude melhorará nossas relações em todos os aspectos. Você pode imaginar como poderiam as igrejas e famílias serem mais fortes e mais felizes se cada membro praticasse a longanimidade verdadeiramente?

Benignidade (22) é a bondade de Deus, que é melhor ilustrada por suas ações para nos salvar quando estávamos profundamente enterrados no pecado. Paulo mostra este ponto em Tito 3:3-7. Deus nos viu em pecado, como escravos de todo tipo de desejo ruim e totalmente incapazes de nos salvarmos. Por causa de sua benignidade e amor, ele nos abençoou ricamente através de seu Filho e do Espírito Santo e resgatou-nos do pecado. Agora, em vez de sermos escravos, somos herdeiros, com uma esperança de vida eterna! É assim que Deus mostra benignidade. Temos que imitar tal bondade, mesmo para com nossos inimigos!

Bondade (22) é semelhante a benignidade. Esta palavra ressalta a generosidade em dar mais do que alguém merece. É a palavra que Jesus usou para descrever o homem que pagou ao seu empregado mais do que seu trabalho realmente valia (Mateus 20:15). Os cristãos não devem ser pessoas avarentas, tão preocupadas com o que é “certo” que perdem a capacidade de ser generosas e dar mais do que uma pessoa realmente merece. Deus é generoso para conosco. Podemos ser generosos para com outros.

Fidelidade (22) é a lealdade que mantém sua palavra, cumpre suas promessas e não trai os outros. Empregados devem mostrar esta qualidade em seu trabalho (Tito 2:10). Aqueles que ensinam o evangelho têm que mostrar fidelidade em seu uso da palavra, percebendo que serão julgados por Deus (2 Timóteo 2:2: 1 Coríntios 4:1-4).

Mansidão (23) é algumas vezes confundida com fraqueza e timidez, mas esta qualidade nunca é fraca. Mansidão, ou brandura, é a força sendo dominada. Moisés e Jesus eram mansos, mas mostravam força para enfrentar as autoridades poderosas de seu tempo e condenar claramente seus pecados. O cristão tem que mostrar sua sabedoria com mansidão (Tiago 3:13). Esta é a atitude da submissão humilde, dominada, com a qual temos que estudar a Bíblia (Tiago 1:21). É a atitude que os seguidores de Cristo têm que mostrar quando resgatam um irmão que recaiu no pecado (Gálatas 6:1; 2 Timóteo 2:25).

Domínio próprio (23) é a capacidade de governar nossos próprios desejos. Diferente da pessoa que anda na carne, como um escravo de paixões pecaminosas, o servo do Senhor deve mostrar o domínio próprio (2 Pedro 1:6). Esta característica nos capacita a negar nossos desejos carnais. A pessoa que aprende a se dominar é capaz de vencer os vícios e maus hábitos que governam as vidas de muitas pessoas que continuam a andar na carne.

Andando no Espírito

As obras da carne (Gálatas 5:19-21) são todas contra a vontade de Cristo, o fruto do espírito é inteiramente lícito:“Contra estas cousas não ha lei” (23). Paulo encerra esta parte relembrando-nos que aqueles que pertencem a Cristo crucificaram as paixões da carne. Seus servos vivem e andam no Espírito, demonstrando as qualidades reveladas nas Escrituras como características piedosas de verdadeiros cristãos. Procuremos todos entender estas qualidades para que possamos viver e andar com Jesus, agora e eternamente!

­por Dennis Allan

Marketing Multinível, um novo conceito ou pura frustração ?


Surgiu na década de 1940, com o químico americano chamado Carl Rhenborg. Ele não estava satisfeito com o sistema de distribuição atual, onde o distribuidor ganhava somente aquilo que vendia. Então ele pensou no conceito de rede, ou seja, quem nunca indicou um restaurante ou uma lanchonete, mas o que o restaurante ou a lanchonete lhe pagaram por isso? Nada. Exatamente aí que estava o erro segundo Rhenborg. Então resolveu criar um sistema diferente, um sistema de bonificação onde o revendedor ganharia um percentual sobre o que outros distribuidores que ele trouxe para a companhia vendessem.

De acordo com a obra de Bernard Lalonde, “É cada vez maior o número de companhias dispostas a confiar a distribuição de seus produtos e a atenção personalizada a seus clientes a terceiros especializados”. O que reforça a idéia de o modelo de Marketing de Rede ser uma grande tendência em diversos segmentos de mercado.

Marketing de Rede é uma espécie de franquia pessoal, ou seja, ao invés de pagar R$ 100.000,00 pela taxa de franquia, o empreendedor paga um valor bem menor. Esse é bem pequeno, em torno de R$30 a R$150 na maioria dos casos. Entretanto, a grande maioria das empresas cria pacotes de ingresso que incluem determinada quantidade de produtos, o cadastro como distribuidor, somado a esses pacotes de produtos.

Por vezes, é difícil estabelecer uma fronteira entre marketing multinível e um esquema de pirâmide. Simplificando os conceitos, o sistema de pirâmide é um esquema de recrutamento de pessoas, onde não existe produto, movimentando dinheiro somente com a entrada de novos membros e com suas taxas de mensalidades, ou seja, um sistema onde não existe um produto sendo comercializado. Já em marketing de rede, existe um produto ou um serviço sendo comercializado. Os ganhos dos empresários/distribuidores vem de diversas formas como: ganho na revenda dos produtos, ganho no recrutamento de novos distribuidores, participação nos lucros da empresa, entre outras formas de ganhos dependendo da empresa.

Resumindo: Marketing de Rede ou Multinível, nada mais é do que uma forma inovadora de se ganhar dinheiro fazendo o que já fazemos comumente e sem premiações, indicar os serviços ou produtos das empresas, no intuito de tornar cada consumidor/cliente, um novo sócio com participações nos lucros da empresa.

VOCÊ VAI AGIR ?


A situação mudou e ficou mais difícil vender, preservar as margens e manter os clientes. Sua equipe precisa aprender a lidar com esta nova realidade – e muito rapidamente. Como vender quando você não tem o menor preço?

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O Gari, por Adonai Zanoni


O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são ‘seres invisíveis, sem nome’. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da ‘invisibilidade pública’, ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde enxerga-se somente a função e não a pessoa. Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida:

‘Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência’, explica o pesquisador.

O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. ‘Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostado em um poste, ou em um orelhão’, diz.

No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei
o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse:
‘E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?’ E eu bebi. Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.

E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando – professor meu – até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador.
Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma ‘COISA’.

Plínio Delphino, Diário de São Paulo.

Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!  Respeito: passe adiante!

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ADONAI ZANONI
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Fotos Panorâmicas


24/4/2006 13:06:00

Reprodução Reprodução Reprodução Levendula Levendula Levendula Levendula

Diferente de outros métodos, a criação de panorâmicas no Photoshop é um processo muito fácil e rápido

Altair Hoppe

Ainda hoje, muitos fotógrafos precisam trabalhar com fotos panorâmicas. Mas, no mercado, há poucas alternativas de filmes nesse formato. A solução é fotografar três, quatro ou mais imagens no mesmo plano e, depois, partir para a edição digital. Nesse campo, o Photoshop realmente é imbatível! O comando Photomerge é um poderoso recurso, que faz automaticamente a montagem de imagens em formato panorâmico como num passe de mágica. Veja abaixo como funciona o passo-a-passo:

O primeiro passo é acessar o comando Photomerge pelo menu Arquivo > Automatizar (fig.1). Atenção! Não é necessário abrir as imagens antes de executar o comando! Apenas abra o Photoshop e acesse o menu Arquivo > Automatizar. A seguir, aparece uma caixa de diálogo solicitando o nome dos arquivos que irão compor a foto panorâmica. Use a opção Localizar para indicar o local e os arquivos que irão compor a montagem (fig. 2). Clique “OK”. Agora, o Photoshop começa a abrir os arquivos e fazer a fusão das fotografias, levando em conta a área de diferença entre elas. Em segundos a imagem está composta (fig. 3). Caso não fique perfeito, você pode fazer pequenos ajustes com as ferramentas do comando Photomerge.

Eventualmente, nas áreas de transição, pode ocorrer uma pequena falha, principalmente diferenças de cor entre uma foto e outra. A solução é utilizar a ferramenta Recuperação (J) para suavizar a transição de tonalidades.

Além do processo automatizado, podemos fazer a montagem de fotos panorâmicas manualmente. Primeiro, abra as fotos. Depois, crie um novo arquivo nas dimensões de uma foto panorâmica. Agora, pegue a ferramenta Mover e desloque todas as imagens para dentro desse novo arquivo. Sobreponha as imagens visualmente, deixando elas mais ou menos na posição de interligação. A seguir, acesse a paleta Camadas e escolha o modo de mesclagem Diferença. Mova uma foto sobre a outra até que ambas fiquem pretas. Ao chegar nesta condição, as fotos estarão devidamente alinhadas. Finalmente selecione a ferramenta Borracha, escolha um pincel bem macio e apague o excesso de imagem até criar uma transição bem suave. Até a próxima!

Altair Hoppe é autor dos livros Adobe Photoshop para fotógrafos e Fotografia digital sem mistérios. Participe da coluna enviando sugestões de matérias, comentários ou tirando dúvidas pelo e-mail altair@photos.com.br

Marca D´água


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Aprenda a criar no Photoshop o efeito que protege suas fotos da pirataria

Altair Hoppe

A fotografia digital, sem dúvida, trouxe muitas vantagens para a produção e captação de fotografias. A principal delas é a velocidade. Hoje, o tempo entre clicar e publicar uma foto numa revista, jornal ou site, às vezes, é questão de minutos. No entanto, nem tudo são flores. A publicação de imagens em sites e fotologs na internet, ou ainda, o envio por e-mail de fotos de ensaios ou produções abriu espaço para um novo mercado: a pirataria de imagens digitais.

Fotos de amostra, conhecidas também como index ou copião digital, pode virar com a ajuda de programas de interpolação de imagens, matéria-prima de boa qualidade para ampliação e reprodução em álbuns, folders, outdoors, jornais e revistas. Além de a fotografia ser digital, o fotógrafo ser digital, agora o ladrão também é digital. E todo cuidado é pouco. Nesta edição, vamos mostrar uma das formas mais eficientes de complicar a apropriação indevida de imagens digitais. A marca d´água além de indicar o nome do autor da imagem tem a função de preservar o direito autoral. Mas, atenção! Não adianta colocar uma marca d´água num cantinho da foto. Não confunda marca d´água com assinatura digital. Vamos ao passo-a-passo.

Crie um novo arquivo pelo menu Arquivo > Novo (CTRL N). Nesse exemplo, vamos criar um arquivo com as dimensões de 10cm de largura por 5cm de altura com resolução de 300DPI (fig. 1). Na área de trabalho do arquivo, crie ou importe sua logomarca. Aqui, vamos trabalhar com uma logomarca simples, que contém apenas o nome “Altair Hoppe” e o símbolo de marca registrada “®”. A figura 2 mostra a logomarca pronta. Agora, selecione toda a imagem com o atalho CTRL A. Finalmente, acesse o menu Editar > Definir Predefinição de Pincel (fig. 3). Observe que aparece uma caixa de diálogo que solicita o nome para esse pincel. Nesse exemplo, colocamos “Marca – Altair Hoppe”. Agora, feche esse arquivo e abra as fotos em que deseja inserir as marcas d´água.

Com as fotos abertas, selecione a ferramenta Pincel (B) e acesse na barra de opções as propriedades do Pincel. Veja que há uma lista de tipos de pincéis. Role a barra de pincéis até o final. Veja que o último pincel é o pincel “Marca – Altair Hoppe”. Selecione-o (fig. 4). Mova seu pincel para cima da imagem. Surpresa! Observe que agora o formato do pincel é o da sua logomarca.

Agora ficou fácil. Pressione a letra D para deixar a cor de primeiro e segundo plano preto e branco. Se o branco não estiver na cor de primeiro plano, pressione X para inverter. Também aumente ou reduza o tamanho do pincel. Para ser mais rápido, use as teclas de atalho abre colchetes [ e fecha colchetes ]. Na barra de opções do Pincel, reduza a opacidade para 40% (fig. 5). Pronto, agora o pincel está com a cor, tamanho e opacidade certos, finalmente mova o cursor sobre a imagem e clique. Pronto! Diga, a verdade. É ou não é fácil?

Veja na figura 6, que mostra o resultado final, que colocamos a marca d´água em um tamanho bem grande. Por quê? Quanto maior a área que a marca d´água cobrir na imagem, principalmente, em sua área central, mais difícil será para o “chupador de imagens” usá-la indevidamente. O trabalho de edição para remover a marca d´água seria muito demorado e com um resultado impreciso, principalmente, nas áreas com muitos detalhes e movimentos em curva. Espero que tenha gostado dessa dica. Até a próxima!

Altair Hoppe é autor dos livros Adobe Photoshop para fotógrafos Volume 1, Volume 2 e Fotografia Digital Sem Mistérios. Participe da coluna enviando sugestões de matérias, comentários ou tirando dúvidas pelo e-mail altair@photos.com.br.