Arquivo mensal: abril 2009

Olho Mágico


Todo ser humano quando nasce, recebe da Divindade um potencial maravilhoso a ser desenvolvido. Uns criam uma vantagem competitiva pela liberdade de expressão e tornam-se vanguardistas, revolucionários, seres criativos e inovadores. Outros apenas assimilam idéias. São cúmplices estáticos de um sistema que não evolui, apenas absorve. Um sistema que não multiplica, apenas “vive”.

Nesta Nova Era Humanitária, de mudanças (alguns falam da crise), construímos uma nova sociedade, com sonhos diferentes, com poderes diferentes, com uma força de trabalho especializada e com absoluta certeza, com novos pensamentos: – Mas quem vai se destacar neste novo cenário? Quem tiver fé e ousadia.

Quando falamos em fé, não abordamos as religiões ou crenças. Falamos da fé em acreditar em si mesmo. De ser capaz de alcançar metas e objetivos, de superar medos, conflitos e dúvidas, transformando crenças limitadoras em crenças com infindáveis possibilidades de realização.

Quando incorporamos em ousadia no nosso dia-a-dia, trabalhamos todo o nosso Poder Mental e Pessoal, descobrindo novas fontes de excelência, expandindo a consciência e fortalecemos a energia criadora. Ousadia é ouvir a voz do coração, é seguir pelos caminhos da intuição, é construir cenários positivistas, é seguir em frente mesmo com críticas e pessoas insensíveis ao seu lado. É jamais aceitar o medo como conselheiro ou amigo fiel.

Para finalizar um pensamento de um autor desconhecido: É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver.

É tempo de ousar e de fazer diferente, buscar novos, buscar novas idéias e novos caminhos, já que a evolução é uma condição natural que marca o caminho das pessoas. O futuro lhe espera de braços abertos para vivermos uma nova realidade. Comece hoje mesmo dando o primeiro passo nesta direção. APOSTE EM VOCÊ.

Desejo tudo de bom pra você!

ADONAI ZANONI

O poder da Ceia do Senhor


Na noite anterior à sua crucificação, Jesus celebrou a Páscoa com seus doze discípulos mais íntimos, os homens que ele tinha escolhido para serem seus apóstolos. A Páscoa, naturalmente, era a grande festa memorial da Velha Aliança: ela comemorava como Deus tinha livrado os israelitas da sua escravidão egípcia, e feito deles um povo livre (Êxodo 12:25-27). Quando sua ceia estava terminando, Jesus instituiu a festa memorial da Nova Aliança:

“Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão, e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim” (1 Coríntios 11:23-25).

A Ceia do Senhor é a comemoração de Jesus Cristo. O pão representa seu corpo, tão cruelmente quebrado na cruz por crimes que ele nunca cometeu. O cálice representa seu sangue, tão livremente derramando para pagar pelos pecados daqueles que ele ama tanto.

A Ceia do Senhor não é mero ritual, não é simplesmente uma ordenação a ser “observada”. É um memorial vivo que deriva seu profundo significado da natureza gloriosa daquele que está sendo lembrado, do poder de seu sacrifício, e da condição dos corações daqueles que participam.

“Porque, todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice; pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si” (1 Coríntios 11:26-29).

Se não comemos os elementos da ceia de modo correto, com nossos corações e mentes focalizados no Salvador, então comemos em vão.

Por outro lado, a Ceia do Senhor não é algum tipo de sessão na qual Jesus é misticamente contatado e re-crucificado para nós. Jesus foi oferecido uma vez por todas no Calvário:

“Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus; nem ainda para se oferecer a si mesmo muitas vezes, como o sumo sacerdote a cada ano entra no Santo dos Santos com sangue alheio. Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado. E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação” (Hebreus 9:24-28).

A Ceia do Senhor não é um sacrifício feito por homens (como muitos entendem no conceito de “missa”); é uma comemoração de Jesus e de seu sacrifício feito uma vez por todas. Não há transformação mística nos elementos da ceia. Não encontramos “transubstanciação” nas Escrituras. Ao contrário, Jesus torna claro que os elementos meramente representam seu corpo e sangue. Jesus instituiu a ceia antes de sua crucificação; ele estava em forma corpórea, com seu sangue correndo através de suas veias, quando disse:

“Tomai, comei; isto é o meu corpo. A seguir, tomou um cálice e, tendo dado graças, o deu aos discípulos dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da [nova] aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados. E digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber, novo, convosco no reino de meu Pai” (Mateus 26:26-29).

Observe que, depois de se referir ao cálice como seu “sangue”, ele então chama o mesmo cálice de “fruto da videira”. Entendemos, pelo contexto, que o pão e o fruto da videira são metaforicamente seu corpo e sangue, porém não literalmente.

Talvez o melhor modo de começar a entender a verdadeira importância da Ceia do Senhor seja contemplar o contexto em que o Senhor a instituiu. Como notamos no começo deste artigo, Jesus instituiu a Ceia na noite anterior à sua crucificação. Esta é a noite em que o traidor, Judas Iscariotes, cometeu sua má obra. Assim, quando lemos sobre o Senhor instituindo sua Ceia nos Evangelhos, lemos sobre ela no contexto de sua traição, prisão, julgamento e crucificação. Ao comer a Ceia, então, imagens poderosas são trazidas à mente do cristão, imagens que têm um profundo efeito sobre seu coração.

Ao tomar a Ceia do Senhor, somos lembrados da multidão armada que veio prender Jesus. Sua má intenção e sua covardia fica evidente pelo modo como vieram pegá-lo sob a cobertura da escuridão. Somos lembrados do fato que Pedro, em seu zelo mal-orientado, cortou a orelha do servo do sumo sacerdote, e que Jesus, repreendendo Pedro, curou a orelha do homem. Somos lembrados do presunçoso e hipócrita sumo sacerdote, que teve a ousadia de acusar Jesus de blasfêmia. Lembramo-nos como ele foi desertado pelos seus próprios apóstolos, e mesmo Pedro veementemente negou conhecê-lo. Somos lembrados da pompa e arrogância de Herodes, que queria ver Jesus fazer milagres, como se ele fosse alguma espécie de espetáculo de circo. Somos lembrados de como eles vendaram seus olhos, cuspiram nele, esbofetearam-no, e disseram: “Profetiza-nos, Cristo! Quem foi que te golpeou?” Somos lembrados do fato que os soldados romanos açoitaram-no, então envolveram-no num manto púrpura e zombaram dele, golpeando-o com uma cana.

Somos lembrados de como seu povo gritava, “Não temos outro rei além de César!”

E, naturalmente, nos lembramos de como ele carregou a cruz de madeira até o Gólgota. Lembramo-nos de como ele foi pregado naquela cruz e levantado como um objeto de vergonha e ridículo. E, de fato, ele foi ridicularizado pelo povo, pelos seus governantes, pelos soldados romanos e até por um dos criminosos que estavam sendo crucificados ao lado dele.

E lembramo-nos de que ele fez isso tudo por nós.

Mas também nos lembramos que seu túmulo não permaneceu ocupado por muito tempo. Lembramo-nos que ele ressurgiu dos mortos no terceiro dia. Lembramo-nos como ele apareceu aos seus discípulos… “Põe teu dedo aqui, e olha para minhas mãos; e põe tua mão aqui, e põe-na em meu lado”. Lembramo-nos que ele ascendeu ao céu, e está entronizado à direita do Pai, e que ele impera como Rei, até o dia glorioso quando ele vier novamente para levar todos os seus fiéis ao lar para a eternidade. Assim, mesmo quando olhamos para trás com tristeza angustiada por tudo que ele sofreu por nossa causa, podemos esperar com alegre antecipação por sua gloriosa volta.

A Ceia do Senhor é uma festa memorial de grande poder. Ela tem o poder de levar aqueles que a comem a desejar servir seu Senhor com todo o seu ser. Seu impacto naqueles que a tomam é tão profundo como seus elementos – pão sem fermento e suco de uva – são simples. Qualquer um que verdadeiramente deseje servir a Jesus quererá aproveitar a oportunidade para congregar-se com outros da mesma fé para tomá-la no primeiro dia de cada semana.

por Jim Robson

Remédios Naturais


.hmmessage P { margin:0px; padding:0px } body.hmmessage { font-size: 10pt; font-family:Verdana } Nem sempre é preciso apelar para a farmácia na hora de resolver um problema. Às vezes, a solução é bem mais simples e está bem ali, na fruteira de casa. A eficiência dos remédios naturais é velha conhecida da sua avó e das gerações passadas, mas tem se perdido atualmente em parte, devido à facilidade em encontrar serviços que funcionam 24 horas.

Sem dúvida, não é o caso de tentar cuidar da sua saúde sozinha. A opinião de um especialista é fundamental sempre que você nota algo estranho no seu corpo. Mas quando o mal-estar parece simples (como a azia que aparece depois de exagerar no almoço ou uma afta que estoura após umas fatias de abacaxi), as dicas caseiras podem aliviar bastante um inconveniente que, dali a pouco, desapareceria. Com a ajuda da nutricionista Flávia Morais, da rede Mundo Verde, o MinhaVida apresenta uma lista de soluções simples e eficazes contra sete problemas muito comuns do dia-a-dia. Acompanhe abaixo.

1. Azia
Receita: Comer gengibre
Por que funciona: estudos mostram que o gingerol e shogoal presentes no gengibre são eficazes no controle de náuseas.
Riscos: contra indicado para pessoas com hipersensibilidade ao gengibre ou seus componentes. Dormencia na língua e olhos inchados após comer a raiz são sinais de alergia.

3. Cólica Menstrual
Receita: suco de abacaxi com couve
Por que funciona: a bromelina do abacaxi atua como antiinflamatória e os nutrientes cálcio e magnésio da couve são relaxantes musculares.
Riscos: pessoas hipersensíveis ao abacaxi

4. Insônia
Receita: Suco de maracujá adoçado com mel de laranjeira
Por que funciona: o maracujá é famoso por suas propriedades calmantes, sendo indicado para combater insônia, agitação, irritação e ansiedade. O mel de flor de laranjeira também tem propriedades calmantes.
Riscos: Pessoas diabéticas não podem consumir o mel, assim como menores de 1 ano de idade pelos riscos de botulismo.

5. Intestino preso
Receita: Aumente o consumo de fibras. Inclua a semente de linhaça em sucos ou frutas.
Por que funciona: as fibras aumentam o volume do bolo fecal facilitando sua eliminação.
Riscos: pessoas que aumentam o consumo de fibras também precisam beber mais líquidos, senão há o risco da prisão de ventre piorar.

6. Afta
Receita: Fazer bochechos com água e própolis ou aplicar o spray diretamente sobre a afta
Por que funciona: o própolis tem função analgésica, cicatrizante e antiinflamatória
Riscos: não existem contra indicações ao uso do própolis

7. Tosse
Receita: Mel de eucalipto com gotas de própolis
Por que funciona: o mel ajuda na expectoração e diminui a irritação da garganta. O própolis é antiinflamatório
Riscos: Pessoas diabéticas não podem consumir o mel, assim como menores de 1 ano de idade.