Arquivo da categoria: Bíblia & Cristianismo

Parceria & Missão


Vamos entender um pouco mais através deste resumo, a verdadeira essência de servir ao Senhor e entender o porque disso. A necessidade que nós temos de falar de Jesus a todos que não o conhecem.

Na bíblia, em João 3:16 diz: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.

As vezes ouvimos tanto este versículo que chega cansar, mas a realidade, é que a maioria das pessoas nem presta a atenção devida nesta parte do texto.

DEUS AMOU O MUNDO de tal maneira que DEU O SEU FILHO UNIGÊNITO, para que todos que nele crerem NÃO MORRAM, mas tenham a vida ETERNA. Tenta imaginar você na mesma situação, amando alguém de tal forma, que seria capaz de oferecer a vida do seu filho no lugar daquela a quem você ama, para morrer por ele tendo que crer, mas claro, numa condição não fiel, porque essa é a perspectiva humana, uma visão de fidelidade falha e sem compromisso leal, para exaurir e extirpar você de TODO pecado para que ele não vá para o inferno. Você consegue compreender a magnitude dessa idéia ???

Obviamente não, isso está fora do alcance de qualquer ser humano. Deus é o único capaz de dar a vida do seu filho unigênito para nos salvar dos laços do inimigo. Agora, você tem noção da lealdade a que Deus te propõe ter com Ele, para exercer uma parceria de fé, no cumprimento do ide ?

Ora, quando Deus envia o seu filho para morrer por nós, Ele nos convida a realizar a mesma prática, enviar os “nossos” para aqueles que estão espiritualmente mortos, com o objetivo de falar Dele para estes e assim, revivê-los. Essa parceria é uma parceria de sucesso, não tem o que dar errado, sabendo que Deus nos guia e oriente firme e estáveis num caminho de autruísmo, a prática da missão, a execução da divulgação do evangelho, com coordenadas precisas e já pré-estabelecidas.

O Senhor deixa isso bem claro no versículo seguinte, 17, quando diz: “Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.” Essa é uma máxima muito clara e bem definida pelo “Pai das Luzes”, porque ele é exato e oniciente, como diz em Tiago 1:17 – “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação.

Talvez seja essa a ÚNICA definição da finalidade da primeira vinda de Cristo, que Ele veio ao mundo para salvá-lo, e não para condená-lo. Nossa missão primordial e imprescindível é levar o evangelho a toda criatura, seja sob quais forem as circunstâncias ou condições, em parceria e unidade, como membros de um corpo, para que nenhuma parte deste corpo seja perdida.

Parceria e missão é a metodologia de trabalho que devemos assumir diante da humanidade, que hoje, tendo em vista as adversidades, que não são pequenas, devem ser exploradas e não só observadas e analisadas, mas tratadas e desinfectadas para se tornarem não mais feridas, mas sim, a cura, solução para TODOS os povos e nações e assim, reconhecerem que só

Jesus é o caminho, a verdade e a vida.

Que Deus salve o planeta !

Alex & Esdrianne Cohen Araújo

PARCERIA & MISSÃO

João 3:16. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho

unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida

eterna.

As vezes ouvimos tanto este versículo que chega cansar, mas a realidade,

é que a maioria das pessoas nem presta a atenção devida nesta parte do

texto.

DEUS AMOU O MUNDO de tal maneira que DEU O SEU FILHO UNIGÊNITO, para que

todos que nele cressem NÃO MORRA, mas tenha a vida ETERNA.

Tenta imaginar você na mesma situação, amando alguém de tal forma, que

seria capaz de oferecer a vida do seu filho no lugar daquela a quem você

ama, para morrer por ele tendo que crer, mas claro, numa condição não

fiel, porque essa é a perspectiva humana, uma visão de fidelidade falha e

sem compromisso leal, para exaurir e extirpar você de TODO pecado para

que ele não vá para o inferno. Você consegue compreender a magnitude

dessa idéia ???

Obviamente não, isso está fora do alcance de qualquer ser humano. Deus é

o único capaz de dar a vida do seu filho unigênito para nos salvar dos

laços do inimigo. Agora, você tem noção da lealdade a que Deus te propõe

ter com Ele, para exercer uma parceria de fé, no cumprimento do ide ?

Ora, quando Deus envia o seu filho para morrer por nós, Ele nos convida a

realizar a mesma prática, enviar os “nossos” para aqueles que estão

espiritualmente mortos, com o objetivo de falar Dele para estes e assim,

revivê-los. Essa parceria é uma parceria de sucesso, não tem o que dar

errado, sabendo que Deus nos guia e oriente firme e estáveis num caminho

de autruísmo, a prática da missão, a execução da divulgação do evangelho,

com coordenadas precisas e já pré-estabelecidas.

O Senhor deixa isso bem claro no versículo seguinte, 17, quando diz:

“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo,

mas para que o mundo fosse salvo por ele.” Essa é uma máxima muito clara

e bem definida pelo “Pai das Luzes”, porque ele é exato e oniciente, como

diz em Tiago 1:17 – “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto,

descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança, nem sombra de

variação.”

Talvez seja essa a ÚNICA definição da finalidade da primeira vinda de

Cristo, que Ele veio ao mundo para salvá-lo, e não para condená-lo.

Nossa missão primordial e imprescindível é levar o evangelho a toda

criatura, seja sob quais forem as circunstâncias ou condições, em

parceria e unidade, como membros de um corpo, para que nenhuma parte

deste corpo seja perdida.

Parceria e missão é a metodologia de trabalho que devemos assumir diante

da humanidade, que hoje, tendo em vista as adversidades, que não são

pequenas, devem ser exploradas e não só observadas e analisadas, mas

tratadas e desinfectadas para se tornarem não mais feridas, mas sim, a

cura, solução para TODOS os povos e nações e assim, reconhecerem que só

Jesus é o caminho, a verdade e a vida.

Que Deus salve o planeta !PARCERIA & MISSÃO João 3:16. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. As vezes ouvimos tanto este versículo que chega cansar, mas a realidade, é que a maioria das pessoas nem presta a atenção devida nesta parte do texto. DEUS AMOU O MUNDO de tal maneira que DEU O SEU FILHO UNIGÊNITO, para que todos que nele cressem NÃO MORRA, mas tenha a vida ETERNA. Tenta imaginar você na mesma situação, amando alguém de tal forma, que seria capaz de oferecer a vida do seu filho no lugar daquela a quem você ama, para morrer por ele tendo que crer, mas claro, numa condição não fiel, porque essa é a perspectiva humana, uma visão de fidelidade falha e sem compromisso leal, para exaurir e extirpar você de TODO pecado para que ele não vá para o inferno. Você consegue compreender a magnitude dessa idéia ??? Obviamente não, isso está fora do alcance de qualquer ser humano. Deus é o único capaz de dar a vida do seu filho unigênito para nos salvar dos laços do inimigo. Agora, você tem noção da lealdade a que Deus te propõe ter com Ele, para exercer uma parceria de fé, no cumprimento do ide ? Ora, quando Deus envia o seu filho para morrer por nós, Ele nos convida a realizar a mesma prática, enviar os “nossos” para aqueles que estão espiritualmente mortos, com o objetivo de falar Dele para estes e assim, revivê-los. Essa parceria é uma parceria de sucesso, não tem o que dar errado, sabendo que Deus nos guia e oriente firme e estáveis num caminho de autruísmo, a prática da missão, a execução da divulgação do evangelho, com coordenadas precisas e já pré-estabelecidas. O Senhor deixa isso bem claro no versículo seguinte, 17, quando diz: “Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.” Essa é uma máxima muito clara e bem definida pelo “Pai das Luzes”, porque ele é exato e oniciente, como diz em Tiago 1:17 – “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação.” Talvez seja essa a ÚNICA definição da finalidade da primeira vinda de Cristo, que Ele veio ao mundo para salvá-lo, e não para condená-lo. Nossa missão primordial e imprescindível é levar o evangelho a toda criatura, seja sob quais forem as circunstâncias ou condições, em parceria e unidade, como membros de um corpo, para que nenhuma parte deste corpo seja perdida. Parceria e missão é a metodologia de trabalho que devemos assumir diante da humanidade, que hoje, tendo em vista as adversidades, que não são pequenas, devem ser exploradas e não só observadas e analisadas, mas tratadas e desinfectadas para se tornarem não mais feridas, mas sim, a cura, solução para TODOS os povos e nações e assim, reconhecerem que só Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Que Deus salve o planeta !PARCERIA & MISSÃO João 3:16. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. As vezes ouvimos tanto este versículo que chega cansar, mas a realidade, é que a maioria das pessoas nem presta a atenção devida nesta parte do texto. DEUS AMOU O MUNDO de tal maneira que DEU O SEU FILHO UNIGÊNITO, para que todos que nele cressem NÃO MORRA, mas tenha a vida ETERNA. Tenta imaginar você na mesma situação, amando alguém de tal forma, que seria capaz de oferecer a vida do seu filho no lugar daquela a quem você ama, para morrer por ele tendo que crer, mas claro, numa condição não fiel, porque essa é a perspectiva humana, uma visão de fidelidade falha e sem compromisso leal, para exaurir e extirpar você de TODO pecado para que ele não vá para o inferno. Você consegue compreender a magnitude dessa idéia ??? Obviamente não, isso está fora do alcance de qualquer ser humano. Deus é o único capaz de dar a vida do seu filho unigênito para nos salvar dos laços do inimigo. Agora, você tem noção da lealdade a que Deus te propõe ter com Ele, para exercer uma parceria de fé, no cumprimento do ide ? Ora, quando Deus envia o seu filho para morrer por nós, Ele nos convida a realizar a mesma prática, enviar os “nossos” para aqueles que estão espiritualmente mortos, com o objetivo de falar Dele para estes e assim, revivê-los. Essa parceria é uma parceria de sucesso, não tem o que dar errado, sabendo que Deus nos guia e oriente firme e estáveis num caminho de autruísmo, a prática da missão, a execução da divulgação do evangelho, com coordenadas precisas e já pré-estabelecidas. O Senhor deixa isso bem claro no versículo seguinte, 17, quando diz: “Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.” Essa é uma máxima muito clara e bem definida pelo “Pai das Luzes”, porque ele é exato e oniciente, como diz em Tiago 1:17 – “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança, nem sombra de variação.” Talvez seja essa a ÚNICA definição da finalidade da primeira vinda de Cristo, que Ele veio ao mundo para salvá-lo, e não para condená-lo. Nossa missão primordial e imprescindível é levar o evangelho a toda criatura, seja sob quais forem as circunstâncias ou condições, em parceria e unidade, como membros de um corpo, para que nenhuma parte deste corpo seja perdida. Parceria e missão é a metodologia de trabalho que devemos assumir diante da humanidade, que hoje, tendo em vista as adversidades, que não são pequenas, devem ser exploradas e não só observadas e analisadas, mas tratadas e desinfectadas para se tornarem não mais feridas, mas sim, a cura, solução para TODOS os povos e nações e assim, reconhecerem que só Jesus é o caminho, a verdade e a vida. Que Deus salve o planeta !

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Estudo Bíblico sobre Ética Cristã – parte 1


Por Alex Araújo

No mundo contemporâneo, a igreja sofreu modificações drásticas com relação ao comportamento pessoal de cada membro. Junto com a chamada evolução, que na verdade está mais para descobrimento do próprio livre-harbítrio, está a responsabilidade de lidar com o conhecimento do bem e do mal, que é a razão, que nos foi imposto pelos primeiros “homens” (Adão e Eva). Dado este é fato, entendemos que razão, é a forma de se executar o livre-harbítrio com o conhecimento do bem e do mal, de forma a identificarmos corretamente o que é e o que não é lícito ou conveniente realizar. Este é o princípio da Ética Cristã. Entender este ponto é crucial para compreender a lógica deste estudo, e saber aplicar a ética cristã ao seu dia-a-dia.

Em 1ª Coríntios 14:26-33 diz:

26. Portanto, meus irmãos, o que é que deve ser feito? Quando vocês se reúnem na igreja, um irmão tem um hino para cantar; outro, alguma coisa para ensinar; outro, uma revelação de Deus; outro, uma mensagem em línguas estranhas; e ainda outro, a interpretação dessa mensagem. Que tudo seja feito para o crescimento espiritual da igreja.

27. Se algum de vocês falar em línguas estranhas, então que apenas dois ou três falem, um depois do outro, e que alguém interprete o que está sendo dito.

28. Mas, se não houver ninguém que possa interpretar, então fiquem calados e falem somente consigo mesmos e com Deus.

29. No caso de dois ou três receberem a mensagem de Deus, estes devem falar, e os outros que pensem bem no que eles estão dizendo.

30. Se uma outra pessoa que estiver ali sentada receber a mensagem de Deus, quem estiver falando deve se calar.

31. Vocês todos podem anunciar a mensagem de Deus, um de cada vez, para que todos aprendam e fiquem animados.

32. Quem fala deve controlar o dom de anunciar a mensagem de Deus,

33. pois Deus não quer que nós vivamos em desordem e sim em paz.

Esta passagem nos mostra uma série de critérios a ser seguida quando colocamos em pauta a liturgia do culto. Bom, primeiro passo, o que vem a ser (significar) a palavra liturgia ? No dicionário Michaelis denota-se o seguinte: “Liturgia” – s. f. Ordem das cerimônias e preces de que se compõe o culto público e oficial instituído por uma igreja, resumindo, liturgia é nada mais e nada menos do que a organização cerimonial do culto, ou, pautar a maneira como o culto será conduzido.

Nos versículos acima, temos claramente as diretivas (regras) para a liturgia de um culto, Paulo coloca bem nítido a maneira como as pessoas responsáveis e principalmente os membros devem se portar, se dirigir, durante o momento em que Deus está presente, sabendo que se fosse uma autoridade pública presente no local, haveria uma maneira mais respeitosa de se comportar mediante a presença dele. Mas como Deus não se faz fisicamente visível, então há uma certa displiscência. Na minha visão, entendo claramente ao contrário, é exatamente neste momento que devemos nos manter numa postura de mais respeito e “inclinação patriótica espiritual” (vou falar disso mais na frente), para com o Senhor.

Em 1ª Corítintios 12:12-13, Paulo diz também:

12. Cristo é como um corpo, o qual tem muitas partes. E todas as partes, mesmo sendo muitas, formam um só corpo.

13. Assim, também, todos nós, judeus e não-judeus, escravos e livres, fomos batizados pelo mesmo Espírito para formar um só corpo. E a todos nós foi dado de beber do mesmo Espírito.

Nesta passagem, Paulo exemplifica para a igreja de corintos algo de extrema importância mas simples e primária; Que a igreja do Senhor, todas, têm suas funções com seus respectivos responsáveis como membros, cada um executando uma ação/medida diferente do outro, mas com uma finalidade, o crescimento e o desenvolvimento do corpo.

A principal característica do corpo de Cristo está sendo mencionada no versículo 13, quando ele diz: “Assim, também, todos nós, judeus e não-judeus, escravos e livres, fomos batizados pelo mesmo Espírito para formar um só corpo. E a todos nós foi dado de beber do mesmo Espírito.”, que é a prática da aceitação do homem espiritual, sem observar o que ele é por fora, rico ou pobre, velho ou novo, gordo ou magro e etc, cuja meta é formar um único corpo batizado pelo mesmo espírito.

Raciocício lógico desta primeira parte do estudo sobre Ética Cristã.

1º. Seguir as regras estipuladas pela Bíblia através de seu pastor, é fundamental tanto para o crescimento da igreja, quanto para o seu crescimento e amadurecimento espiritual.

2º. Absorver os ensinamentos na Escola Dominical é essencial para que suas faculdades mentais sejam revitalizadas e assim, ganhem desenvoltura na hora da aplicação pessoal dentro da igreja. Sim, é necessário que suas faculdades mentais entrem em ação, para que tudo aquilo que você ouça, veja (leia) ou fale, tenha sentido espiritual de acordo com aquilo que Deus quer para a igreja.

3º. A essência da ética cristã é na verdade, a atenção que você oferece para as coisas de Deus, porque se você prestar total atenção e compreender o comportamento de um verdadeiro cristão na bíblia, verá que a verdadeira ética, é aquela a qual você respeita o que lhe foi estimulado a fazer para o bom andamento da Obra de Deus.

Fim da Primeira parte sobre Ética Cristã.

O poder da Ceia do Senhor


Na noite anterior à sua crucificação, Jesus celebrou a Páscoa com seus doze discípulos mais íntimos, os homens que ele tinha escolhido para serem seus apóstolos. A Páscoa, naturalmente, era a grande festa memorial da Velha Aliança: ela comemorava como Deus tinha livrado os israelitas da sua escravidão egípcia, e feito deles um povo livre (Êxodo 12:25-27). Quando sua ceia estava terminando, Jesus instituiu a festa memorial da Nova Aliança:

“Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão, e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim” (1 Coríntios 11:23-25).

A Ceia do Senhor é a comemoração de Jesus Cristo. O pão representa seu corpo, tão cruelmente quebrado na cruz por crimes que ele nunca cometeu. O cálice representa seu sangue, tão livremente derramando para pagar pelos pecados daqueles que ele ama tanto.

A Ceia do Senhor não é mero ritual, não é simplesmente uma ordenação a ser “observada”. É um memorial vivo que deriva seu profundo significado da natureza gloriosa daquele que está sendo lembrado, do poder de seu sacrifício, e da condição dos corações daqueles que participam.

“Porque, todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice; pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si” (1 Coríntios 11:26-29).

Se não comemos os elementos da ceia de modo correto, com nossos corações e mentes focalizados no Salvador, então comemos em vão.

Por outro lado, a Ceia do Senhor não é algum tipo de sessão na qual Jesus é misticamente contatado e re-crucificado para nós. Jesus foi oferecido uma vez por todas no Calvário:

“Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus; nem ainda para se oferecer a si mesmo muitas vezes, como o sumo sacerdote a cada ano entra no Santo dos Santos com sangue alheio. Ora, neste caso, seria necessário que ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de si mesmo, o pecado. E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação” (Hebreus 9:24-28).

A Ceia do Senhor não é um sacrifício feito por homens (como muitos entendem no conceito de “missa”); é uma comemoração de Jesus e de seu sacrifício feito uma vez por todas. Não há transformação mística nos elementos da ceia. Não encontramos “transubstanciação” nas Escrituras. Ao contrário, Jesus torna claro que os elementos meramente representam seu corpo e sangue. Jesus instituiu a ceia antes de sua crucificação; ele estava em forma corpórea, com seu sangue correndo através de suas veias, quando disse:

“Tomai, comei; isto é o meu corpo. A seguir, tomou um cálice e, tendo dado graças, o deu aos discípulos dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue, o sangue da [nova] aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados. E digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber, novo, convosco no reino de meu Pai” (Mateus 26:26-29).

Observe que, depois de se referir ao cálice como seu “sangue”, ele então chama o mesmo cálice de “fruto da videira”. Entendemos, pelo contexto, que o pão e o fruto da videira são metaforicamente seu corpo e sangue, porém não literalmente.

Talvez o melhor modo de começar a entender a verdadeira importância da Ceia do Senhor seja contemplar o contexto em que o Senhor a instituiu. Como notamos no começo deste artigo, Jesus instituiu a Ceia na noite anterior à sua crucificação. Esta é a noite em que o traidor, Judas Iscariotes, cometeu sua má obra. Assim, quando lemos sobre o Senhor instituindo sua Ceia nos Evangelhos, lemos sobre ela no contexto de sua traição, prisão, julgamento e crucificação. Ao comer a Ceia, então, imagens poderosas são trazidas à mente do cristão, imagens que têm um profundo efeito sobre seu coração.

Ao tomar a Ceia do Senhor, somos lembrados da multidão armada que veio prender Jesus. Sua má intenção e sua covardia fica evidente pelo modo como vieram pegá-lo sob a cobertura da escuridão. Somos lembrados do fato que Pedro, em seu zelo mal-orientado, cortou a orelha do servo do sumo sacerdote, e que Jesus, repreendendo Pedro, curou a orelha do homem. Somos lembrados do presunçoso e hipócrita sumo sacerdote, que teve a ousadia de acusar Jesus de blasfêmia. Lembramo-nos como ele foi desertado pelos seus próprios apóstolos, e mesmo Pedro veementemente negou conhecê-lo. Somos lembrados da pompa e arrogância de Herodes, que queria ver Jesus fazer milagres, como se ele fosse alguma espécie de espetáculo de circo. Somos lembrados de como eles vendaram seus olhos, cuspiram nele, esbofetearam-no, e disseram: “Profetiza-nos, Cristo! Quem foi que te golpeou?” Somos lembrados do fato que os soldados romanos açoitaram-no, então envolveram-no num manto púrpura e zombaram dele, golpeando-o com uma cana.

Somos lembrados de como seu povo gritava, “Não temos outro rei além de César!”

E, naturalmente, nos lembramos de como ele carregou a cruz de madeira até o Gólgota. Lembramo-nos de como ele foi pregado naquela cruz e levantado como um objeto de vergonha e ridículo. E, de fato, ele foi ridicularizado pelo povo, pelos seus governantes, pelos soldados romanos e até por um dos criminosos que estavam sendo crucificados ao lado dele.

E lembramo-nos de que ele fez isso tudo por nós.

Mas também nos lembramos que seu túmulo não permaneceu ocupado por muito tempo. Lembramo-nos que ele ressurgiu dos mortos no terceiro dia. Lembramo-nos como ele apareceu aos seus discípulos… “Põe teu dedo aqui, e olha para minhas mãos; e põe tua mão aqui, e põe-na em meu lado”. Lembramo-nos que ele ascendeu ao céu, e está entronizado à direita do Pai, e que ele impera como Rei, até o dia glorioso quando ele vier novamente para levar todos os seus fiéis ao lar para a eternidade. Assim, mesmo quando olhamos para trás com tristeza angustiada por tudo que ele sofreu por nossa causa, podemos esperar com alegre antecipação por sua gloriosa volta.

A Ceia do Senhor é uma festa memorial de grande poder. Ela tem o poder de levar aqueles que a comem a desejar servir seu Senhor com todo o seu ser. Seu impacto naqueles que a tomam é tão profundo como seus elementos – pão sem fermento e suco de uva – são simples. Qualquer um que verdadeiramente deseje servir a Jesus quererá aproveitar a oportunidade para congregar-se com outros da mesma fé para tomá-la no primeiro dia de cada semana.

por Jim Robson

Andando no Espírito


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    Andando no Espírito (Gálatas 5:22-23)

Muitas passagens do Novo Testamento ensinam que os seguidores de Cristo precisam remover o mal de suas vidas. Temos que crucificar a carne “. . . com as suas paixões e concupiscências” (Gálatas 5:24). Algumas vezes, as pessoas não entendem tais instruções e pensam que a vida de um cristão é vazia, despojada de todo o prazer. Mas Deus não tem intenção de deixar um vazio, de tornar nossas vidas vácuos sem significado. Quando ele nos diz que precisamos remover o pecado, ele também nos mostra outras coisas ­ que são muito melhores ­ para encher nossas vidas e fazê-las mais ricas. Por exemplo, quando Paulo disse a Timóteo: “Foge, outrossim, das paixões da mocidade”, ele imediatamente acrescentou esta instrução positiva para encher o vazio: “Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor” (2 Timóteo 2:22). Ele tinha que remover o mal, mas imediatamente lhe foi dito que pusesse o bem no seu lugar.

Gálatas 5 torna esta distinção muito clara. Precisamos crucificar a carne, removendo suas obras de nossas vidas (versículos 19-21). Mas Paulo não parou aí. Ele continua essa lista de obras proibidas com uma descrição do “fruto do Espírito” (versículos 22-23). Aqueles que vivem no Espírito devem andar no Espírito. Devemos desenvolver cada uma destas qualidades como uma parte de nossa personalidade. O fruto do Espírito tem que ser produzido na vida de cada seguidor de Cristo. Consideremos as nove características do fruto do Espírito, para ajudar-nos a desenvolver estas atitudes quando procuramos viver e andar no Espírito.

O Fruto do Espírito (Gálatas 5:22-23)

Amor (22) é o amor puro, desprendido, sacrificial, que Deus mostra para conosco. A única maneira de aprendermos este amor é olhando para seu exemplo. Em 1 João 4:7-12, lemos: “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor. Nisto se manifestou o amor de Deus em nós; em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele. Nisto consiste of amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados. Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros. Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado.”

Sabemos, pelo exemplo de Deus, como amar. Este amor sempre procura o melhor para aqueles que são amados. Deus procurou o melhor para nós quando deu seu Filho. O esposo que ama sua esposa procura cuidar dela e protegê-la, até ao ponto de sacrificar sua vida para salvá-la (Efésios 5:25). O discípulo que ama Cristo obedece a tudo que o Senhor ordenou (João 14:15). Mas o imitador de Deus que ama seus inimigos não procura destruí-los, mas ajudá-los e salvá-los (Mateus 5:43-48). Não há maior desafio nas escrituras do que amar como Deus ama. Em contraste com as paixões da carne, vazias e passageiras, este amor é eterno (1 Coríntios 13:13).

Alegria (22) descreve o privilégio de regozijar em Cristo, apreciando as maravilhosas bênçãos de nossa relação com ele. Esta alegria não é dependente de nossas circunstâncias físicas. Dinheiro não compra esta alegria. Um dos livros do Novo Testamento que fala mais claramente sobre alegria foi escrito por um homem que sofreu muito. Enquanto ele estava na prisão, onde às vezes lhe faltava o essencial, Paulo escreveu a seus irmãos em Filipos: “alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos” (Filipenses 4:4; veja também 3:1; 1 Tessalonicenses 5:16). Muitas pessoas pensam que tal felicidade depende das circunstâncias. Até mesmo muitas igrejas falam tanto de saúde física e bênçãos materiais que dão a impressão de que essas coisas são necessárias à felicidade. A prosperidade física é nada mais do que um substituto barato e temporário para a alegria real que encontramos em Cristo. Os verdadeiros cristãos não consideram cada provação e dificuldade como um sinal de infidelidade ao Senhor, mas percebem que tais provações são ocasiões para alegria e oportunidades para crescimento espiritual (Tiago 1:2-4). Nossa alegria vem de Cristo, que é totalmente suficiente, não da temporária prosperidade material.

Paz (22) é a sensação de bem-estar e tranqüilidade que resulta de nossa amizade com Deus. Numa de suas horas mais difíceis, Jesus falou com seus apóstolos a respeito de sua partida. Ele tinha que ir embora, para completar sua missão. Mas o próprio pensamento desta partida afligia profundamente os apóstolos. Nesse contexto, ele lhes deu esta segurança: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14:27). Jesus não está fisicamente presente neste mundo, mas nos deixou sua paz!

Longanimidade (22) é a capacidade de pensar antes de agir. Deste modo, demonstramos paciência e perseverança. Por causa da sua longanimidade, Deus tem dado tempo suficiente ao homem para se arrepender de seus pecados (2 Pedro 3:9,15). Ele não quer condenar ninguém, então procura a reconciliação com cada pecador. Paulo nos diz que a mesma atitude deveria governar nossas relações com nossos irmãos (Efésios 4:2). Em vez de escapar com raiva ou agir despeitadamente para ferir aquele que nos feriu, deveríamos pacientemente mostrar nosso amor e procurar reconciliar com essa pessoa. Tal atitude melhorará nossas relações em todos os aspectos. Você pode imaginar como poderiam as igrejas e famílias serem mais fortes e mais felizes se cada membro praticasse a longanimidade verdadeiramente?

Benignidade (22) é a bondade de Deus, que é melhor ilustrada por suas ações para nos salvar quando estávamos profundamente enterrados no pecado. Paulo mostra este ponto em Tito 3:3-7. Deus nos viu em pecado, como escravos de todo tipo de desejo ruim e totalmente incapazes de nos salvarmos. Por causa de sua benignidade e amor, ele nos abençoou ricamente através de seu Filho e do Espírito Santo e resgatou-nos do pecado. Agora, em vez de sermos escravos, somos herdeiros, com uma esperança de vida eterna! É assim que Deus mostra benignidade. Temos que imitar tal bondade, mesmo para com nossos inimigos!

Bondade (22) é semelhante a benignidade. Esta palavra ressalta a generosidade em dar mais do que alguém merece. É a palavra que Jesus usou para descrever o homem que pagou ao seu empregado mais do que seu trabalho realmente valia (Mateus 20:15). Os cristãos não devem ser pessoas avarentas, tão preocupadas com o que é “certo” que perdem a capacidade de ser generosas e dar mais do que uma pessoa realmente merece. Deus é generoso para conosco. Podemos ser generosos para com outros.

Fidelidade (22) é a lealdade que mantém sua palavra, cumpre suas promessas e não trai os outros. Empregados devem mostrar esta qualidade em seu trabalho (Tito 2:10). Aqueles que ensinam o evangelho têm que mostrar fidelidade em seu uso da palavra, percebendo que serão julgados por Deus (2 Timóteo 2:2: 1 Coríntios 4:1-4).

Mansidão (23) é algumas vezes confundida com fraqueza e timidez, mas esta qualidade nunca é fraca. Mansidão, ou brandura, é a força sendo dominada. Moisés e Jesus eram mansos, mas mostravam força para enfrentar as autoridades poderosas de seu tempo e condenar claramente seus pecados. O cristão tem que mostrar sua sabedoria com mansidão (Tiago 3:13). Esta é a atitude da submissão humilde, dominada, com a qual temos que estudar a Bíblia (Tiago 1:21). É a atitude que os seguidores de Cristo têm que mostrar quando resgatam um irmão que recaiu no pecado (Gálatas 6:1; 2 Timóteo 2:25).

Domínio próprio (23) é a capacidade de governar nossos próprios desejos. Diferente da pessoa que anda na carne, como um escravo de paixões pecaminosas, o servo do Senhor deve mostrar o domínio próprio (2 Pedro 1:6). Esta característica nos capacita a negar nossos desejos carnais. A pessoa que aprende a se dominar é capaz de vencer os vícios e maus hábitos que governam as vidas de muitas pessoas que continuam a andar na carne.

Andando no Espírito

As obras da carne (Gálatas 5:19-21) são todas contra a vontade de Cristo, o fruto do espírito é inteiramente lícito:“Contra estas cousas não ha lei” (23). Paulo encerra esta parte relembrando-nos que aqueles que pertencem a Cristo crucificaram as paixões da carne. Seus servos vivem e andam no Espírito, demonstrando as qualidades reveladas nas Escrituras como características piedosas de verdadeiros cristãos. Procuremos todos entender estas qualidades para que possamos viver e andar com Jesus, agora e eternamente!

­por Dennis Allan

Você conhece Jesus ?


Prezado(a) Amigo(a),

Quero lhe falar nesse momento sobre alguém tão maravilhoso que deu seu filho unigênito para morrer na cruz por nós.

Deus é o criador dos céus e da terra e toda a fauna e flora. É o Deus de todo aquele que confia em Jesus, seu filho, unigênito, que tornou-se carne, nasceu como um ser-humano e habitou entre nós, para que entendêssemos a verdadeira razão e sentido de nos rendermos aos pés de Deus.

Durante muito tempo, a humanidade se entregou aos seus próprios desejos e vontades, e a ferramenta utilizada para isso foi sempre a pior de todas para quando se quer algo, de maneira imperativa e desonrrosa, a guerra.
A guerra foi por um bom tempo um meio de expressão, o mais terrível de todas as formas, a mais devastadora e avassaladora maneira de dizer que não se concorda com algo que se quer ou não realizar.

Tudo começou assim:

Há muitos anos Deus criou os céus e a terra e todos os animais da terra, do céu e do mar, mas se preocupou com alguém para cuidar, então criou o homem, que trabalharia na terra sem se cansar, sem tantas necessidades fisiológicas quanto temos hoje, nem preocupações com doenças e etc, pois o homem era perfeito, varão valoroso, que reconhecia o Senhor como Deus único e Todo-Poderoso, criador de tudo quanto existia. O homem era obediente e tinha diversas responsabilidades, tinha autoridade sobre tudo na terra, inclusive sobre os animais, que o respeitavam.

Porém, vendo Deus a sua desenvoltura sobre a terra, permitiu que ele comesse 99% de todos os frutos que existia no jardim de Deus, com excessão do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, e desse fruto, o homem obedientemente não comia, mas sentia-se muito só. Então, viu Deus que não era bom que o homem estivesse só, criou a sua varoa a partir de sua costela, e chamou os dois Adão e Eva, e a criou para que o auxiliasse e fosse sua ajudadora.

Mas, antecedendo esse episódio, havia alguém que não se interessava em ver o crescimento do homem e de sua mulher, e esse alguém era astuto e ardiloso. Sua história se desenrola de maneira intrigante.
Uma época antes desse alguém estar lá onde estavam Adão e Eva, ele habitava com o Senhor Deus, a sua destra, era o seu braço direito e levita de Deus, o mais honrado anjo do Senhor.

Ele era um servo fiel e o mais forte dos anjos, e chamava-se Lúcifer (Anjo de Luz), porém, algo em seu coração mudara quando via o Trono de Deus acima de todas as coisas. A inveja acabara de entrar em seu coração, e desejou ter um trono acima do Trono de Deus, o Senhor Todo-Poderoso. Neste mesmo instante, Lúcifer e 1/3 dos anjos de Deus que estavam sob sua responsabilidade, caem do céu para uma regiãoinabitável, formando assim o inferno. Aquele anjo outrora chamado Lúcifer, tornara-se agora o Diabo, o qual aqueles que seguem ao Senhor não dão ibope (atenção).

Então, lá no paraíso, Adão e Eva falavam com Deus e Ele repetia sua ordem para Eva, que de todas as árvores frutíferas do jardim do Senhor eles poderiam comer, menos da árvore do conhecimento do bem e do mal. E retornando para suas atividades, Adão vai para o arado e Eva segue ao jardim para comer os frutos que lhe fora permitido. Então, disfarçadamente aquele que havia se tornado o líder da segunda região espiritual, estava a espreita de Eva, preparado para seduzí-la.

Repentinamente Eva é surpreendida por uma serpente enrolada naquela árvore proibida, e a serpente, possuída pelo Diabo, tentou Eva dizendo: (Gênesis 3:1-4)
A cobra disse:
É verdade que Deus mandou que vocês não comessem as frutas de nenhuma árvore do jardim?
A mulher respondeu:
– Podemos comer as frutas de qualquer árvore, menos a fruta da árvore que fica no meio do jardim. Deus nos disse que não devemos comer dessa fruta, nem tocar nela. Se fizermos isso, morreremos.
Mas a cobra afirmou:
– Vocês não morrerão coisa nenhuma!
Deus disse isso porque sabe que, quando vocês comerem a fruta dessa árvore, os seus olhos se abrirão, e vocês serão como Deus, conhecendo o bem e o mal.

Então, seduzida pela serpente e enganada pela mentira, deu a fruta ao seu marido que também comeu e cometeram o pecado da desobediência, porque o Senhor tinha ordenado não comer daquele fruto.

Querido(a), esse é o real significado de tantas guerras, mortes, destruições, misérias e tudo o que é ruim, a desobediência, o pior dos pecados que pode existir, porque Deus abomina e porque foi a causa da ruína do homem por ter destruído o seu relacionamento direto com Deus, e a inveja é o segundo pior pecado, pois é o que leva o homem a matar, roubar e destruir, que são as principais diretrizes do Diabo.

Hoje, através desta leitura, eu quero dizer prá você que Deus é maravilhoso e bondoso, Ele é o verdadeiro sentido da nossa vida e, Jesus é o único caminho para a Salvação em Deus.

Alguns dizem que vários caminhos levam a Deus, e é verdade, muitos e muitos caminhos levam a Deus, mas não a Salvação em Deus, porque vários caminhos vão te levar ao julgamento com o Senhor Deus Todo-Poderoso, onde Ele vai te julgar pelas tuas obras e por sua fé, dependendo a da sua escolha em vida na terra, você terá sua Salvação garantida se escolher andar no caminho da verdade, que só é possível através de Jesus Cristo de Nazaré, mas, se optar por seguir Baal (Diabo), através da mentira, da trapaça, negociata, perverção, homosexualismo, idolatria, ocultismo, satanismo e muitos outros caminhos que levam a Deus (julgamento com Deus), então, você terá conseguido um ingresso gratuíto para o inferno, e descerá redondo, redondo para lá, mas não será nada refrescante, isso eu posso garantir através da Palavra de Deus.

Quero que você saiba mais uma coisa neste momento, VOCÊ É MUITO IMPORTANTE PARA DEUS, não por merecimento, nem pelo que você faz, mas porque “Porque Deus amou o mundo tanto, que deu o seu único Filho, para que todo aquele que nele crer não morra, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16).

Deus hoje está te convidando a fazer parte da nossa família, a família do corpo de Cristo, o Redentor. No versículo 17 de João 3, Jesus diz: Pois Deus mandou o seu Filho para salvar o mundo e não para julgá-lo.

Integre-se hoje mesmo na Casa de Deus, Ele o convida constantemente para o aceitar como Senhor e Salvador da sua vida. Permita que Ele seja o seu refúgio dos seus problemas, pois não há problema maior do que Deus, nem situação alguma maior do que Ele.

Para que você se torne membro do corpo de Cristo, você deve proferir estas palavras em caráter de oração:
“Senhor, hoje, dia tal(diga a data em que você está dizendo esta oração), reconheço que tú és filho de Deus, Jesus, o Todo-Poderoso, e reconheço que em ti está o Espírito Santo de Deus e que tú és o único caminho para a Salvação em Deus. Pai, envie o teu Espírito Santo a mim para me consolar, me guiar e me orientar até a sua casa, e, me ensinar a como estar na sua presença, e andar nos seus preceitos e meditar da sua Palavra, a Bíblia, a qual foi escrita pelos profetas inspirados pelo teu Espírito.

Senhor, me dá uma nova vida, me direciona para um novo caminha e seja comigo durante esta jornada, e me estimule a estudar e aprender mais de ti, e falar cada dia mais contigo e te conhecer cada vez mais, até o dia da sua volta, o dia em que tú arrebatarás a tua igreja, em Nome de Jesus, amém!”

Depois que você fizer esta oração, busque imediatamente uma igreja evangélica mais próxima de sua casa e fale com o Pastor daquela igreja, sobre a sua vontade em Servir a Jesus, ou se preferir, você pode visitar a minha igreja, ou melhor, a igreja que eu faço parte, a Segunda Igreja do Nazareno da Tijuca, à rua General Roca, 340A, Tijuca, Rio de Janeiro/RJ – Cep: 20.521-070, sob direção do Pastor Pedro Roberto, um pastor integralmente dedicado a Deus e abençoado pelo Espírito do Senhor Jesus Cristo.

Deus o(a) abençoe infinitamente mais a cada dia, em Nome de Jesus !

Alex Araújo
Servo de Deus

A importância de ser cheio do Espírito Santo


Após Jesus entregar Sua vida na cruz do Calvário para a redenção da humanidade, Ele ressuscitou e apareceu para os discípulos, comissinou-os a pregar as boas-novas de salvação e enviou o Espírito Santo, o Consolador, para que não ficassem órfãos nem desamparados após Ele ter voltado para junto do Pai.

Contudo, muitos cristãos não aproveitam está bênção para trilhar um caminho reto e triunfante na presença do Senhor. Preferem agir sob os próprios impulsos e esforços, achando que ser cheio do Espírito Santo é apenas confessar o nome de Jesus como único e suficiente Salvador.

É preciso muito mais que isso para ser cheio da presença do Espírito de Deus. Não basta falar em línguas estranhas ou freqüentar os cultos semanalmente. O Senhor espera mais de cada um de nós para revestir-nos com seu poder. Ele deseja que nos tornemos semelhantes a Cristo em nossa maneira de pensar, sentir, falar e agir .

Isto é um processo contínuo, um exercício diário, que visa à santificação e ao crescimento espiritual. Todos os dias somos chamados a despir-nos dos velhos hábitos e assumir a posição de novas criaturas, de filhos de Deus, tendo Jesus como referencial. Só que não podemos fazer isso pelo nosso próprio conhecimento ou poder. Dependemos do agir do Espírito Santo para alcançar este propósito, porque só aqueles que querem ter uma vida sob o controle de Deus é que alcançam as promessas do Senhor em sua totalidade. É hora de ser cheio do Espírito Santo.

Deus, em cumprimento à Sua promessa em Joel 2.28,29 e em Ezequiel 36.26,27, enviou Seu Espírito para habitar em cada pessoa que aceitou Cristo como seu Salvador e Senhor (ver Atos 1.8; 2.1-11). É pela ação do Espírito Santo que o homem é convencido de pecado, de justiça e de juízo, arrepende-se e é santificado, produzindo o fruto do Espírito —que é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio (Gálatas 5.22,23 ARA) e recebendo dons espirituais e ministeriais, para o crescimento e a edificação dos membros do Corpo de Cristo.

O Espírito Santo é o agente responsável pelo novo nascimento, o nascimento espiritual, a regeneração do ser humano, a transformação deste em nova criatura feita à imagem e semelhança de Cristo, para tornar-se, como Ele, um filho de Deus (ver João 3.5; Tito 3.5). Em outras palavras, é o Espírito Santo quem inspira, aconselha, dirige e consola o cristão. É Ele quem deve operar em nós tanto o querer como o efetuar segundo a boa vontade de Deus (Filipenses 2.13).

Foi pela ação e inspiração do Espírito Santo que os profetas veterotestamentários falaram e agiram, revelando aos homens a mensagem e a vontade de Deus, bem como é pela orientação do Espírito que a Igreja de Jesus age e anuncia o Evangelho.

O Espírito de Deus agia na vida dos crentes do Antigo Testamento e também age na vida dos cristãos nos dias de hoje. Mas de uma maneira mais plena, pois não está mais restrito apenas àqueles que presidem sobre outros, mas a todos que fazem parte do Corpo de Cristo.

Entretanto, existe uma diferença entre ser habitação do Espírito e ser cheio do Espírito. Depois da conversão, o coração passa a ser templo do Espírito. Só que este deve ser o Senhor de tudo, com plena liberdade para operar em nós para a glória de Deus. Ele deseja que vivamos de forma transbordante com a presença do Espírito Santo. Só assim conseguiremos testemunhar com autoridade as boas novas à humanidade e sermos vitoriosos sobre o pecado, o mundo e o diabo.

O Espírito Santo é o nosso combustível, o nosso guia, o nosso intercessor! Podemos ser prósperos financeiramente e ter todos os bens materiais desejáveis, mas se não nos enchermos da presença do Espírito de Deus seremos como um carro sem gasolina. Não funcionaremos e não cumpriremos os propósitos para os quais fomos chamados.
Além disso, devemos ser cheios do Espírito Santo: 1) porque um lugar vazio pode ser mal ocupado, trazendo morte e destruição; 2) porque precisamos de amadurecimento espiritual para atingir a estatura de Cristo; 3) porque só uma pessoa cheia do Espírito Santo é mais do que vencedora e estará apta a encontrar-se com Cristo, quando Ele vier buscar a Sua Igreja.

Em suma, encher-se do Espírito é o segredo da vitória em todos os aspectos da nossa vida. O Senhor deseja que Seus filhos sejam cheios do Espírito Santo agora mesmo. Se não estivermos preparados e revestidos de Seu poder, dificilmente desfrutaremos as bênçãos divinas na terra e, muito menos, no céu, ao lado do Pai por toda a eternidade.
Para alcançar este propósito, a primeira coisa a fazer é ter o desejo de ser cheio do Espírito Santo (Mateus 5.6); é querer ardentemente ter comunhão com Ele, ansiar em ser controlado e fortalecido por Deus. Você quer ser cheio do Espírito Santo? Então busque isso.

(Mensagem extraída do livro A importância de ser cheio do Espírito Santo, do Pr. Silas Malafaia, publicado pela Editora Central Gospel)

Podemos escolher diversas maneiras para seguir a nossa vida, mas a melhor delas é viver de forma abundante com o poder de Deus. E o segredo para alcançar esta bênção está na admoestação do apóstolo Paulo, feita em Efésios 5.18: E não vos embriagueis com vinho, em que há contenda, mas enchei-vos do Espírito (Ef 5.18).

Portas Abertas


“Eu sei o que vocês estão fazendo. Sei que têm pouca força. Vocês têm seguido os meus ensinamentos e têm sido fiéis a mim. Eu abri diante de vocês uma porta que ninguém pode fechar.” Apocalipse 3:8

Ontem, quinta-feira 15 de janeiro, eu fui a igreja pois me sentia incomodado a ir, estava inquieto e preocupado, porque o trabalho onde eu estava, não deu certo mas eu tenho um dinheiro a receber dos dias que eu trabalhei, e estava muito apreensivo quanto a isso, muito chateado também, porque a moça responsável pelo meu pagamento, dentro da minha visão, não está querendo liberar o meu recurso devido a alguns problemas profissionais que tivemos enquanto trabalhamos juntos. Penso isso devido a eu sempre ligar prá ela para poder receber o que me é devido e nunca a encontro.

Eu senti que Deus me incomodava  para falar com Ele, e por isso fui a igreja, e lá eu fiquei um pouco surpreso, porque além do meu pastor, abençoado como sempre, estava o Pr Roberto, da igreja do Pr Vladimir, muito abençoado também, e que trouxe uma mensagem, que eu tenho certeza que foi Jesus falando comigo, e o tema da mensagem era “Portas Abertas”.

No versículo 8 de Apocalipse 3, João o Discípulo cita claramente as Palavras de Jesus, (pois cremos que Jesus é Deus), à igreja de Filadélfia, uma mensagem profética de prosperidade espiritual, oferecendo oportunidade para aquela igreja.

De fato Deus sempre abre portas a nossa frente com o intuito de nos promover a um estágio tanto espiritual quanto social, pessoal, profissional ou o que for, de forma a nos querer sempre bem, e, em determinados momentos nós mesmos fechamos esta porta. É pecado ? Vamos para o inferno por causa disso ? Não ! Mas com certeza é mais uma porta fechada. Devemos manter a atenção sempre para que isso não aconteça.

“Escutem! Eu estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa, e nós jantaremos juntos.” Apocalipse 3:20

O Senhor é Deus de bênçãos sem medidas, mas para que Deus nos abençoe ilimitadamente, precisamos seguir algumas regrinhas básicas necessárias para o cumprimento profético da Palavra de Deus na nossa vida. É extremamente necessário nos livrarmos de ressentimentos, mágoas, raivas, ódios e qualquer sentimento negativo que esteja entranhado em nosso coração, porque isso nos trava e nos impede de realizar qualquer bem espiritual, além de atrair o inimigo fazendo com que ele não nos deixe evoluir.

Eu agora tenho uma nova visão. Ontem eu estava triste e abatido por causa desse dinheiro que eu não recebi e que esta moça está me enrolando para pagar, mas hoje, eu tenho uma visão clara de que o diabo vai fazer de tudo para que ela não me pague, com o objetivo de atrapalhar minha vida, mas no culto de ontem, Deus falou comigo audívelmente e eu pude perceber que Ele tem uma porta aberta prá mim muito melhor do que a de antes, e para eu entrar nesta porta, devo seguir fielmente o que o Senhor me orientar para que eu possa evoluir. Com alegria hoje eu me sinto, não vou deixar de tentar conquistar o que já é meu por direito, mas agora, com uma nova visão e ação. Vou colocar meu joelho no chão e orar, e essa moça vai se sentir tão incomodada pelo Espírito de Deus que com 100% de certeza ela irá liberar meu pagamento, pois Deus conhece minhas necessidades.

Em Nome de Jesus eu peço a Deus toda sorte de bênçãos na sua vida e espero que este meu testemunho possa abençoar a sua vida, pela graça de Deus !

Alex Araújo
Autor do Blog e Servo de Deus